quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Namoro ou amizade? Ou ambos?

Nossa, acredito que o post nem precisaria ser direcionado a uma pessoa em específico. Todo mundo que comentar sobre um assunto apenas. Relacionamentos e necessidade de ter alguém ao seu lado.
                Não sou uma pessoa que se julga experiente no assunto, mas com certeza tenho meus pensamentos – e estes, com certeza, serão conflitantes com o de vocês.
                Como apenas uma pessoa solicitou que fosse falado de Reality Shows, começarei o desenvolvimento do assunto com o que ouvi ontem no programa A FAZENDA 3.
                O assunto da conversa entre Nanny People e Carlos Carrasco era relacionamento. O cabeleireiro contou estar casado há 10 anos com seu parceiro. A drag queen surpresa perguntou como era possível. Ele responde que são muito cuidadosos, atenciosos, parceiros e amigos. Nanny assustada diz: “Amigos. Então já terminou!”. Ele não concorda com a postura dela e diz que sem uma relação de parceria não seria possível. Em contrapartida ela responde que terminou o último relacionamento dela justamente por terem virado amigos.
                Quantas vezes vocês se depararam com esse fato? Com qual opinião vocês se enquadram?
                Eu me encaixo na opinião do Carlos. Em todos os meus relacionamentos o que mais deu força e fez sustentar a relação foi a amizade. Esse sentimento permite uma maior liberdade, a possibilidade de conhecer melhor o outro. Afinal, de quem você é mais íntimo? A quem você conta seus segredos?
                Literalmente não acredito em relacionamentos onde o(a) parceiro(a) sejam apenas um casal. Pessoas com sentimento de amor e mais nada. O amor vem através da identificação, da vontade de estar junto, de querer superar obstáculos e levantar o moral quando tudo dá errado. São atos que um amigo verdadeiro faria. Com certeza no relacionamento tem algo a mais. O prazer carnal, o planejamento, o desejo de querer apoiar o outro em seu desenvolvimento e acompanhá-lo em todas as etapas.
                Na minha humilde opinião, quem não pensa no (a) companheiro (a) como um amigo, com certeza é quem faz joguinho para conquistar impõe regras como: “não vou ligar hoje porque ele tem que ligar”, “tem que bater pra gamar”, “Nunca mande torpedo logo de cara”, dentre outros. Por que não agir conforme a vontade? Impedí-la de se concretizar ou ter logo uma resposta negativa para seguir em frente?
                Por que ao invés de dificultar não facilitamos? Não aceitamos que o desenrolar natural é mais saudável?
                Termino o post de hoje com uma solicitação. Expressem seu ponto de vista. Quero saber o que pensam. Sendo divergente, me convença de que o contrário é melhor. Quero aprender com vocês.

Obrigado Carlos, Cheyenne, Bióloga Voadora, Julie, Mãe Jatira e Amanda Candymaker pelas visitas, elogios, críticas e dicas.

"Apaixonados não esperam, agem" - Filosofia de vida

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Interatividade

Olá pessoal!

Hoje o post será mais interativo. Confesso que não preparei nada de especial para hoje por dois motivos:

1- Estou me formando e me matando com trabalho e provas da faculdade. Amanhã prometo seguir com meus pensamentos e permitindo à vocês a crítica;

2- Decidi que é importante debater assuntos colocados por vocês também. O "cliente" tem que interagir para que tudo funcione melhor. Não vou ser egoísta e individualista como já citado em outro momento.
Escrevam aqui os tópicos que são de seu interesse e ao longo dos dias eu formulo o meu pensamento e dedico o post para quem levantou o tema.

Espero receber muito material para que juntos possamos exercitar a mente.

Um grande abraço à todos.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Eleições 2010?

Esse título poderia ser modificado pra eleições 1978 que não mudaria em nada. Todo ano é a mesma coisa. E por que eu digo isso?
Não falo sobre os personagens que aparecem na TV querendo o seu voto. Cada dia vão ficando mais heterogêneos. Não duvido que daqui a pouco, com a libertação sexual, não haja candidatos sem roupa fumando um charuto apelando por votos.
Mas ironias a parte, o que quero comentar é: Por que não muda? Ou será que nós que não mudamos?
É verdade. Nada muda. Nós mesmos não mudamos a nossa maneira de pensar. Estamos cada vez mais conformados com o circo que está se montando. Por sinal, temos um candidato que representa isso muito bem.
(Inspiração dos candidatos acima inspirados no post do blog da Mãe Jatira:
http://maejatiradiz.blogspot.com/2010_08_01_archive.html)
Em quem você vota nessas eleições? (Não quero que respondam. Respeito a confidencialidade. Apenas reflita). Você conhece o candidato? Vota na legenda? Vota porque ele é bonitinho? Vota porque alguém disse que é bom? Vota porque é o “menos pior”? Vota porque rouba, mas faz? Vota porque segura meu emprego? Ou vota porque não quer que haja segundo turno pensando em acabar logo com isso?
Com exceção da primeira pergunta, se você concordou com alguma resposta a cima, você é o motivo do meu post hoje.
Quando nos deparamos com escândalos, esquecemos logo, pois logo, logo avançam ou inauguram aquela obra atrasada que será muito benéfica. Fácil desviar a atenção! Somos facilmente manipulados.
Não me importa em quem vai votar. Se for alguém de quem eu goste ou não. Mas que seja alguém que você tenha convicção de estar votando. Que realmente conheça e acredita.
Caso algo dê errado, façamos que nem na França que parou em greve pela notícia do aumento da idade para aposentadoria. Não nos conformarmos em ver nosso dinheiro na cueca de outros. Temos que criar essa coragem que não temos por medo da repressão. Como sair dessa?
E para aqueles que não sabem o que um deputado federal faz, eu conto:
  1. Compete ao deputado federal o ato de legislar e manter-se como guardião fiel das leis e dogmas constitucionais nacionais.
  2. Ele pode propor, emendar, alterar, revogar, derrogar leis, leis complementares, emendas à Constituição federal e propor emendas para a constituição de um novo Congresso Constituinte (para confecção de nova Constituição).
  3. Participa das Comissões Permanentes que avaliam e emitem pareceres sobre as propostas em tramitação na Câmara.
  4. Cabe ao Deputado discutir a proposta de orçamento elaborada pelo Executivo, apresentar emendas e definir onde serão aplicados os recursos do Governo.
  5. Durante os quatro anos de seu mandato, participa das sessões plenárias e dos trabalhos das Comissões.
  6. Além disso, atende pessoalmente aos eleitores, encaminhando seus pedidos a órgãos governamentais ou apresentando em Plenário assuntos de interesse do segmento social ou da região que o elegeu.
  7. Ouve a opinião de grupos organizados que reivindicam a colocação de temas específicos em pauta.
  8. O deputado emite pareceres nas diversas comissões técnicas sobre os projetos e demais assuntos acerca dos quais o Poder Legislativo deve manifestar-se. Pode também propor a instituição de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs).
E para quem não se lembra, esse ano foi veiculado uma propaganda do governo sobre isso. Acesse!
Existem inúmeras outras ao lado do vídeo que vocês irão ver acessando este link acima.
Bem, então me deparo com uma questão: Agora que eu contei pra vocês o que eles fazem, será que se eu me eleger ganho as próximas eleições?

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Alguém me Desconfigurou

Hoje me lembrei de um acontecimento que me marcou muito esse ano. O surto do comissário de bordo Steven Slater, funcionário da empresa Jet Blue nos EUA.
Não apoio a atitude dele como milhares de pessoas fizeram. Eu apenas compreendo a sua atitude. Quantas vezes não nos sentimos pressionados, humilhados e não reagimos? Será isso um problema social?
Há tempos eu me pergunto por que as pessoas tratam as outras com tanto desprezo. Podemos reparar isso no decorrer de um dia. Para quantas pessoas olhamos torto, preferimos fingir que não vimos e até mesmo cobramos agilidade e julgamos incompetentes sem levar em consideração os fatores pelos quais o atendimento deveria ser realizado no tempo ideal.
Vivemos em um mundo extremamente acelerado, onde o tempo nunca é suficiente para fazer o que queremos. Não pensamos com profundidade. O tempo não mais nos permite isso. Temos milhares de pensamentos superficiais. Nossas conversas não aprofundam temas. Sabemos pouco sobre muitas coisas. Estamos sempre a mil por hora e pensamos estar à frente de muitas pessoas. Será que estamos mesmo?
Acredito que a falta de respeito com os funcionários das empresas em que trabalhamos e a mesma que praticamos ao querer o resultado de um serviço prestado deve-se a nossa falta de tempo para pensar. Mas seria isso uma desculpa?
A nossa mente é complexa e não sabemos até onde podemos usá-la, mas usá-la além do nosso limite é prejudicial. Aqui volto ao caso do comissário da Jet Blue. A sobrecarga de pensamento o fez surtar. Não foi apenas a falta de respeito daquele passageiro que o xingou. E sim um conjunto de “sapos” que Slater teve que engolir até chegar o momento de externar.
No meu ponto de vista, devemos dar mais tempo a nós mesmos. Aproveitar melhor coisas simples e desacelerar nossas mentes antes de uma possível pane. Criar hábitos antigos como montar um quebra cabeça, almoçar em família, tirar uma tarde pra passear em algum parque com a pessoa amada, tentar ouvir o som do vento nos galhos das árvores e não só dos carros que estão ao entorno de nós.
O mundo está enlouquecendo. As empresas demitem funcionários e aumentam o trabalho dos que permanecem. Somos muito exigidos e acabamos, por conseguinte, exigindo cada vez mais.
Por que ao invés de julgarmos logo um funcionário que não nos agradou, não pensamos primeiramente no motivo pelo qual ele não foi eficaz. Talvez ele esteja sobrecarregado e sua mente está começando a entrar em pane. Você já se sentiu assim? Pense nisso!

sábado, 25 de setembro de 2010

Inteligência Cibernética

Quantas celebridades instantâneas surgiram desde o primeiro reality show lançado?

É uma conta que particularmente eu não vou perder meu tempo para fazer. Como o mundo mudou após a entrada desse tipo de programa na grade das emissoras de televisão.
A curiosidade move o homem, com certeza, mas será que acompanhar essas sagas é apenas uma curiosidade ou vontade de estar lá?
Com a possibilidade de exposição da imagem facilitada através de inúmeros sites, muitas pessoas viram a oportunidade de ter contato com a fama sem necessariamente ser através da televisão.
Confesso que via com maus olhos aqueles que queriam se destacar mostrando intimidades do cotidiano ou contando fofoca da vida alheia. Agora mudei minha opinião. Admiro quem consegue se manter - mesmo que por pouco tempo - na frente das inúmeras telas de computador (não mais apenas na frente dos holofotes).
Já pararam pra ver a criatividade do povo? Seja das mulheres fruta, ou na internet pelos vídeos revoltados de Felipe Neto, passando pelas afiadíssimas Cleycianne e Katylene.
São pessoas e personagens que abrem a possibilidade de informação e entretenimento. Interação que ganha inúmeros adeptos e legiões de seguidores.
Hoje vejo como essas pessoas conseguem através desses meios impulsionar a vida, seja vivendo disso ou ganhando dinheiro momentaneamente pra seguir projetos pessoais.
Porque ao invés de não nos conformar com esse tipo de gente, não passamos a entender o porquê de suas atitudes?
E pra quem não quiser entender o porquê, deixo aqui minha sugestão. Seja criativo, monte um blog ou vídeo no youtube e xingue ou satirize-os. Quem sabe você não consegue seguidores, críticos e um pouco do “rico dinheirinho” que a fama proporciona?

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Felicidade Maquiada

Lendo o texto do blog do Contardo Calligaris -
http://contardocalligaris.blogspot.com/2010/09/felicidade-nas-telas.html?spref=fb - me inspirei a escrever o que penso das mídias sociais.

Pessoas felizes, alegres e que tem necessidade de postar tudo o que fazem em tempo real. Basicamente é pra isso que tem prestado os canais de relacionamento.

Na realidade, que tipo de relacionamento é esse?

1- A maioria das pessoas que querem mostrar os momentos bons que passam de forma instantânea são egoístas. Elas aparentam estar no topo, que são melhores ou que tem conhecimentos mais apurados;

2- Como chamar de relacionamento algo individualista? Você compartilha com os teus amigos ou seguidores apenas a mensagem não o momento. E para muitos, não fazer parte desse momento é triste. A pessoa se sente deslocada e sem importância;

3- Quantos contatos ativos você tem? E quantos são meros números? Muitas vezes são números pra demonstrar quão querido você quer transmitir que é;

4- A velocidade da informação vem ligada com a velocidade de quebra de contatos reais. Vive-se o virtual. É mais fácil conquistar pessoas colocando em imagens e poucas linhas o que não faz surtir efeito quando se está presente. Você adquire amigos virtuais e quando se encontram na vida real, percebe-se a falsidade do contato. Logo, é passageiro. Nunca se teve tantos amigos e colegas de “pouca duração” como hoje em dia.

Fico realmente preocupado quando vejo uma pessoa viciada nas mídias sociais. As tenho, na verdade, como pessoas infelizes.

A necessidade de se expor e tentar manter todos atualizados sobre seus feitos me faz questionar, “Porque não curtir o momento ao invés de compartilhar com inúmeras pessoas?”

Se estou tão preocupado em gerar a notícia, se levo muito tempo em frente aos gadgets tecnológicos para contar a minha felicidade, na realidade essa felicidade não está sendo plena (ou nem existe felicidade). Apenas um desejo de ter uma vida “perfeita” de forma egoísta.

Sei que vou gerar polêmica. Quero comentários expressando seu ponto de vista.